Cadeia de Abastecimento – Marketing

A Cadeia de Abastecimentos é um sector de vital importância para
qualquer ramo de actividade de uma empresa. A percepção do cliente perante o
canal de distribuição utilizado é determinante para o seu posicionamento. É
também um dos factores preponderantes para qualquer marca que pretenda
conquistar o mercado dentro do seu segmento. (Mosca, J. 2011)

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MARKETING DESPORTIVO

Por Marketing Desportivo devemos entender como o conjunto de acções e prestações, produzidas no sentido de satisfazer as necessidades, expectativas e preferências do consumidor de desporto. Este conjunto de acções e prestações desenrola-se em duas áreas, ou melhor, em dois segmentos:

Os produtos e serviços desportivos que são constituídos e se relacionam directamente com o consumidor desportivo;

As acções de marketing de outros produtos ou serviços que usam o desporto como
forma de comunicação junto dos seus consumidores, ao mesmo tempo consumidores
desportivos.

Segundo Philip Kotler, o Marketing Desportivo consiste numa interpretação do conceito do marketing e da sua aplicação que não os estritamente empresariais. Assim, o marketing desportivo ultrapassa as fronteiras desta afirmação, isto porque, se dentro do contexto desportivo podemos encontrar agentes e instituições sem fins lucrativos, podemos também encontrar diversas indústrias e prestadores de serviços que estão constituídos
empresarialmente.

Todo este jogo faz com que o desporto seja um fenómeno duplo e com variáveis
bastante particulares, aos quais o conceito deve atender. Exemplo disso é um
outro aspecto importante, o uso do desporto como veículo de comunicação por
parte de outros agentes que embora não intervenham directamente no sector como
sua actividade principal, usam-no de modo a chegar aos seus consumidores ou
potenciais consumidores.

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Período do Marketing como um Processo Económico e social (1980 até ao presente)

Este período assiste ao início de uma nova lógica que vê no marketing um processo económico e social contínuo onde a gestão de recursos é essencial. Esta lógica não vê os resultados financeiros como um fim em si, mas como um teste às várias hipóteses de mercado em função de determinadas propostas de valor feitas pelas empresas.

Por tudo isto, e a partir da década de 80, começaram a surgir outras abordagens
paralelas ou complementares ao pensamento de marketing baseadas nas variáveis
do chamado marketing-mix tradicional – preço, produto, comunicação e distribuição.

A partir dos anos 90, iniciou-se uma corrente de opinião mais assente na necessidade de
encontrar um pensamento de marketing mais orientado para a gestão de recursos
intangíveis, como a gestão das relações entre fornecedor-consumidor. Um novo
paradigma de marketing parece formular-se em torno do marketing individualizado
e personalizado (one-to-one) deixando para trás o paradigma do marketing de
massas.

Actualmente, é uma constatação que as empresas têm tendência em concentrar os seus esforços onde são mais competentes, subcontratando todas as restantes actividades. Ao
contrário das organizações corporativas da chamada era industrial, empresas como a Nike não produzem elas próprias praticamente nada, focando os seus esforços apenas na área de marketing e na gestão de parcerias e alianças estratégicas.

É por isto que o gestor de marketing, para além da sua necessária orientação para o
consumidor, deve possuir características excepcionais para manter e reforçar as
relações com os seus clientes, fornecedores e parceiros.

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Comportamento do Consumidor na Internet

O estudo Consumer Barometer divulgado pelo Diário  Económico, vem mais uma vez provar que as Marcas têm de marcar presença na WEB com uma estratégia bem definida.

O estudo conclui que em Portugal:

  • 53% dos consumidores  portugueses procuram informação de todo o tipo na Internet;
  • 23% assumem já terem feito compras online;
  • 84% dos portugueses com acesso à web pesquisam online antes de comprar offline;
  • 34% garantem já ter mudado de  ideias acerca de uma marca a comprar depois de consultarem a Internet.

Este estudo reforça a importância de implementar a Arte de Partilhar nas empresas. Desta forma estamos a fornecer informação que fortalece a relação e a proximidade com o público-alvo.
Estamos a oferecer conteúdo que nos torna visíveis na rede.

Consumidores pesquisam online para comprar offline

Os utilizadores da WEB são pessoas, têm comportamentos, desejos e necessidades e, não é a tecnologia por si só que gera resultados. É indispensável conhecer o mercado e o comportamento do consumidor.

Torna-se crucial para qualquer Marca perceber e analisar estes indicadores com intuito de encontrar respostas para as seguintes questões:

  • Será que a melhor estratégia consiste em levar o consumidor a comprar online?
  • Será mais eficaz partilhar informação para que o consumidor veja as suas dúvidas esclarecidas para
    estar seguro e efectuar a sua compra no offline?
  • Ou há espaço para ambas as soluções?

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